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    • Ter um Desfibrilador (DEA) disponível e equipe treinada é Lei em SC

      Você sabia que em Santa Catarina existe uma Lei estadual que obriga determinados estabelecimentos a manterem um DEA (Desfibrilador Externo Automático) e equipe treinada para operá-lo e para realizar os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP)? A Lei estadual nº 15.078/2009 torna obrigatório a disponibilização de equipamento desfibrilador em estádios, ginásios esportivos, centros comerciais e quaisquer outros locais e estabelecimentos, assim como, em atividades e eventos de qualquer natureza, com concentração e/ou estimativa de circulação diária igual ou superior a 1.500 pessoas. Além do DEA é necessário que o local/evento possua também uma equipe devidamente treinada para operar o equipamento e realizar os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP). Além da normativa estadual cada município pode ter suas próprias Leis, como é o caso de Blumenau que por meio da Lei municipal nº 6787/2005 também torna obrigatório a disponibilização do equipamento em locais de grande concentração de pessoas, como nas dependências de terminais rodoviários, shoppings center, centros empresariais, supermercados, casas de shows e espetáculos, academias de ginástica, clubes esportivos ou recreativos e locais de trabalho com concentração e/ou circulação média diária superior a 1.500 pessoas, também tornando obrigatória a manutenção de equipe treinada no local, porém aqui estabelecendo a capacitação de no mínimo 30% do seu pessoal através do curso de SUPORTE BÁSICO DE VIDA. Além da obrigatoriedade do equipamento e de equipe treinada, a Lei municipal também estabelece alguns requisitos técnicos para o equipamento como que seja portátil, apresente boa durabilidade, seja de fácil operação e entendimento e atenda todas as normas para garantir a segurança dos operadores e da vítima. Aos estabelecimentos e eventos que descumprirem a Lei estarão sujeitos a multa, além é claro, de perder a valiosa oportunidade de salvar vidas, que é o bem mais valioso. Nesse post vimos que alguns estabelecimentos e eventos são obrigados a manter um equipamento desfibrilador (DEA) e equipe treinada disponível, inclusive existe hoje Leis em Santa Catarina e em Blumenau que determinam isso. E na sua empresa e nos locais que você frequenta, essas normas estão sendo cumpridas? Gostou do post? Aproveite e compartilhe com quem também vai gostar de saber sobre isso.

    • CBMSC vs ABNT: Qual a validade do curso de brigadista voluntário?

      Se você veio atrás de uma resposta simples e objetiva sinto informar, mas a validade do curso de brigadista é: DEPENDE Existem as normas de saúde e segurança no trabalho (SST) que são nacionais e fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho e existem as normas do Corpo de Bombeiros, que são estaduais e fiscalizadas pelo Corpo de Bombeiros. Quanto às normas de SST temos a NR-23 que no item 23.1 diz que: "todos os empregadores devem adotar medidas de prevenção de incêndios, em conformidade com a legislação estadual e normas técnicas aplicáveis". Ou seja, para atender as normas de SST você precisa estar em conformidade com a NBR e as normas do CBMSC/estaduais. Quanto às normas técnicas se destaca a ABNT NBR 14276:2006 que no item 4.1.4.1 diz que "a validade do treinamento completo de cada brigadista é de no máximo 12 meses". Por último temos as leis estaduais e as instruções normativas do Corpo de Bombeiros e a norma que dá as diretrizes para o treinamento de brigadistas é a IN-28 (última revisão em 2014) e nela não há menção sobre a validade do treinamento. No art. 33, que traz sobre o credenciamento desses brigadistas voluntários, diz apenas que: "Para os brigadistas voluntários não existe a necessidade de credenciamento, devendo possuir apenas o certificado de conclusão de curso de brigadista voluntário, emitido por instrutor ou empresa credenciada". Agora vamos um pouco mais adiante. Segundo a parte 2 da nova IN-1 (última revisão de 2020), norma que traz as disposições gerais, a brigada de incêndio é considerada uma das medidas de segurança contra incêndio e pânico, veja o que diz o art. 11: "constituem sistemas e medidas de segurança contra incêndio e pânico: VIII – brigada de incêndio". Ok, a brigada de incêndio é uma das medidas de segurança contra incêndio, mas o que isso tem a ver com a validade do treinamento? Lá no art. 23 da parte 1 da nova IN-1 diz que "Qualquer alteração nos sistemas e medidas de SCI ou no imóvel dependerá de prévia análise do CBMSC", o que aqui pode abrir um precedente para outra interpretação, como uma alteração na equipe de brigadistas por exemplo. Nesse post você viu que de acordo com o CBMSC não há uma validade padrão definida em norma para esse treinamento. Já para atender a NR-23 você deve seguir, além das normas estaduais e do Corpo de Bombeiros, as normas técnicas aplicáveis que prevê que a validade do curso é de 12 meses. Com isso vimos que a validade do curso de brigadista voluntário depende da norma que você está buscando atender e não há uma unanimidade. Podemos não ter uma resposta certeira, mas uma coisa é certa: uma brigada bem preparada é sem dúvida muito importante.! Não pense apenas em normas, pense em vidas a preservar 💎 Essas dicas te ajudaram? Aproveita e compartilha com quem também tem essa dúvida para ela saber.

    • 5 dicas para você organizar um simulado de abandono de área de sucesso

      Simulado com 20, 100, 200 ocupantes? Fique tranquilo, pois com as dicas desse post você vai tirar de letra o seu próximo simulado. 1 - Designe líderes de setor: Os líderes de setor vão auxiliar a brigada, sendo responsável por esvaziar e conduzir os ocupantes do seu setor até o ponto de encontro, sob coordenação da brigada de emergência. Essa é uma recomendação ainda mais importante quando a equipe de brigadistas é reduzida. 2 - Faça uma reunião antes do simulado: Tire no mínimo meia hora antes do simulado prático para se reunir em sala com a brigada / líderes de setor para alinhar os procedimentos e repassar as últimas orientações. Você pode aproveitar esse momento para reforçar sobre os procedimentos do plano de emergência e sobre as funções de cada integrante, por exemplo. Essa reunião pode ser dispensada caso o simulado seja sem aviso prévio. 3 - Deixe os brigadistas atuarem: É um erro achar que você deve atuar no simulado e auxiliar ativamente. Pense que em uma emergência real você certamente não estará lá ‼️ você já repassou as orientações e agora é o momento de confiar e deixar a sua equipe atuar. Fique atento a tudo para eventuais correções, mas procure não interferir. Por isso que dizemos que não importa se são 20, 100 ou 200 ocupantes, a atividade acontecerá de forma natural, basta ter tudo previamente alinhado que os próprios ocupantes e brigadistas vão tomando suas posições e funções. 4 - Faça uma reunião após a atividade: Agora com a atividade concluída procure retornar à sala de aula com os brigadistas e líderes de setor para pontuar correções e melhorias. 5 - Tenha um relatório padrão Nós usamos um relatório padrão onde são preenchidas informações como os tempos de abandono, abandono + simulado / ativação do sistema hidráulico preventivo, número aproximado de participantes, falhas do sistema preventivo, falhas de procedimento e comentários gerais. Tendo um relatório padrão que será preenchido à mão lá na hora, você não vai esquecer de anotar e observar nenhum item importante. Essas dicas te ajudaram? Aproveita e compartilha com quem também vai gostar de saber delas.

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